11 erros que não deve cometer no seu E-Commerce

Descubra alguns dos mais importantes aspetos a ter em conta na construção e manutenção do seu website e-commerce, incluindo o que deve e não deve fazer.
11 Erros que não deve cometer no seu E-Commerce

Criar uma plataforma e-commerce é cada vez mais simples, com a ajuda de ferramentas especializadas como Magento, WooCommerce ou Wix. Contudo, existem determinadas funcionalidades e boas práticas que não devem ser negligenciadas, com o objetivo de aumentar o desempenho da sua loja online.

Neste artigo, iremos explorar alguns dos mais importantes aspetos a ter em conta na construção e manutenção do seu website e-commerce.

11 erros que não deve cometer no seu E-Commerce

1. Não ser Mobile Responsive

Em janeiro de 2021, de acordo com o relatório anual da We Are Social com a Hootsuite, mais de 8,5 milhões de portugueses acediam regularmente à internet, com mais de 15,8 milhões de dispositivos mobile conectados. Também em 2021, o e-commerce cresceu 19,5% face ao ano anterior, com um total de 5,11 milhões de pessoas que compram bens online.

De acordo com o mesmo relatório, cerca de 66,7% dos compradores online utilizaram a versão mobile ou app, o que significa que mais de metade acede às lojas de comércio eletrónico através do telemóvel ou tablet. Não ter o seu e-commerce otimizado para mobile pode representar uma significativa perda de clientes nestes canais, bem como passar uma imagem antiquada e desatualizada, o que também gera desconfiança.

Apostar num design intuitivo e concebido especialmente para o mobile é uma forma de atingir novos clientes e criar uma experiência positiva para quem já é fidelizado.

2. Não ser Omnicanal

Já aqui falámos na importância da estratégia de marketing omnicanal para as marcas. Reforçamos que uma estratégia desintegrada e sem lógica comum irá fazer com que os utilizadores se sintam desconfortáveis na interação com a marca, pois a experiência não será igual em todos os canais, o que transmite a sensação de desorganização e pouco cuidado com o cliente.

Assim, as marcas com lojas online de comércio eletrónico devem apostar na criação de uma experiência personalizada para cada consumidor, de forma integrada e coerente em todos os canais.

3. Não ter Chat Online

Os clientes que procuram produtos online, e pretendem mais informações sobre determinado item, desejam respostas rápidas. O chat online é uma forma simples de integrar no seu e-commerce e responder às dúvidas dos seus consumidores sem esforço adicional.

O investimento pode ser zero, com soluções gratuitas que integram na plataforma que escolheu para construir o seu e-commerce, ou poderá optar por soluções mais premium, com maior número de funcionalidades. O atendimento deve ser personalizado, podendo-se recorrer a chatbots ou a um profissional especializado em atendimento ao cliente, e a experiência deve estar sempre em linha com a estratégia de marketing omnicanal, já mencionada anteriormente.

4. Não ter Botão de Pesquisa

Muitas vezes, quando chegam ao seu e-commerce, os clientes já têm uma ideia ou produto em mente e desejam ver de imediato que soluções a sua loja apresenta para aquela necessidade específica. Assim, a barra ou botão de pesquisa representa um passo fundamental para que o utilizador chegue rapidamente ao produto que procura.

O botão de pesquisa deve estar visível em todas as páginas, encontrando-se por norma no canto superior direito e sendo representada pelo ícone de uma lupa, o que torna o acesso intuitivo. 

A pesquisa deve estar otimizada para que os resultados sejam afunilados e não genéricos, pois a apresentação de muitos produtos podem gerar confusão. Também demasiadas páginas de resposta podem ter o efeito oposto e levar ao abandono da loja, pelo que deve haver um cuidado extra em apresentar os produtos que melhor se ajustam à procura.

5. Não disponibilizar formas de pagamento variadas

Os clientes estão cada vez mais exigentes e gostam de ter opções. Pagamentos por multibanco eram, até há bem pouco tempo, a preferência dos consumidores portugueses. Porém, a MBWay está a ganhar terreno e é hoje um dos métodos preferidos pela facilidade de pagamento.

As lojas online devem acompanhar as tendências e disponibilizar as opções de pagamento que melhor se adequem ao seu público-alvo. Para além disso, certos métodos de pagamento, como o Paypal ou a Google Pay, geram um sentimento de confiança na marca, o que poderá traduzir-se num maior número de vendas e em novos clientes.

6. Não permitir agendamento de entregas

Nem sempre os consumidores estão disponíveis para receber as entregas. Com o desenvolvimento dos serviços das transportadoras, é possível agendar as entregas e acompanhar o progresso da encomenda, verificando num mapa digital onde se encontra a cada momento através de um número de encomenda.

As lojas online devem integrar esta possibilidade com os serviços de transporte com que trabalham, permitindo aos clientes agendar assim o horário e local de entrega, incluindo as lojas físicas ou cacifos digitais, sempre que possível.

7. Não ter devoluções simplificadas

Um dos grandes entraves às compras online é o facto de não se ter contacto físico prévio com o produto. Isto poderá gerar alguma incerteza sobre se as compras realizadas pela via digital serão as mais adequadas para os objetivos do consumidor.

É fundamental simplificar o processo de devoluções para que o cliente sinta a confiança de que poderá voltar atrás, caso a encomenda não seja o que pretende. Isto não significa ter devoluções 100% gratuitas, embora em Portugal este seja um ponto importante, mas sim incluir um passo ou separador de devoluções dentro da conta de cliente, e agilizar o processo junto das transportadoras, para que levantem as encomendas no local mais conveniente para o consumidor e as entreguem novamente no armazém, loja física, estúdio ou escritório da marca.

8. Não ter avaliações de clientes

Cada vez mais, as compras online e mesmo offline são baseadas nas experiências anteriores de quem já comprou e utilizou os produtos. As avaliações e ratings são assim fundamentais para o processo de decisão de compra e devem ser disponibilizados de forma transparente e honesta.

Ter um espaço para avaliações, ratings e mesmo testemunhos na página de produto do seu e-commerce afigura-se essencial para gerar maior confiança, pois a transparência e autenticidade é altamente valorizada pelo consumidor atual. Mesmo que nem todas as avaliações sejam de boa experiência, poderá através das descrições verificar-se quais os aspetos menos positivos e perceber se se aplicará ou não ao caso daquele cliente em particular.

9. Não ter descrição e fotografias detalhadas do produto

Para quem nunca viu o seu produto ao vivo, é fundamental que compreenda quais as principais características e vantagens do mesmo.

As fotografias fornecem um importante contributo, pois dão uma imagem geral do aspeto e funcionalidades do produto, o que irá permitir ao utilizador compreender se se adequa às suas expetativas ou não e optar por um ou outro item.

Para complementar, a descrição deve ser clara e pormenorizada, com indicação da cor, medidas, material e sensação de toque, por exemplo, bem como modo de utilização e efeitos consequentes, se se aplicar.

10. Não ter check-out intuitivo

Um “carrinho de compras” simplificado é meio caminho para uma venda assegurada. Existem várias vantagens de uma conta de cliente nas lojas online, como histórico de aquisições, método de pagamento preferido já gravado e morada de entrega já inserida. Contudo, muitos novos clientes não pretendem criar conta para uma utilização única, nem indicar todos os seus dados pessoais na primeira experiência.

Deve ser disponibilizada ao consumidor a opção de escolha, e clarificar quais os passos necessários para completar a venda, de forma simplificada.

11. Não apostar em upselling e cross-selling

O cliente que procura um determinado produto em particular, pretende obter o melhor preço pela qualidade desejada. Contudo, poderá beneficiar de um upselling, que significa um upgrade ao item que inicialmente pretendia, pelo que ter esta opção junto do produto que selecionou poderá representar uma vantagem em termos de experiência de compra e de satisfação pós-compra.

Também os produtos complementares podem representar um aumento de satisfação, ao serem apresentadas opções de itens que costumam ser adquiridos em conjunto por outros clientes. Esta venda cruzada, conhecida como cross-selling, pode ser feita na página de produto, ao longo do check-out ou após a compra, através de email marketing.

Não disponibilizar qualquer uma destas opções poderá significar um desperdício de oportunidade de venda para a sua plataforma e-commerce.

É cada vez mais simples criar lojas online, de forma autónoma e autodidata. Contudo, nem todas estão otimizadas e seguem as boas práticas do mundo online, cumprindo as expetativas dos utilizadores.

Existe aqui uma oportunidade para as lojas e-commerce que têm como principal objetivo o foco na experiência do consumidor, que se podem destacar ao seguir os passos simples identificados anteriormente.

Se pretende um apoio na criação ou manutenção da sua loja de comércio eletrónico, fale com a Metakia! Os especialistas de Estratégia Digital e Web Development podem ajudá-lo a chegar mais longe e aumentar o seu desempenho online!

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